Encontro no CNJ em Brasília, na última terça-feira (8/9), reuniu corregedorias para troca de práticas e apresentação de projetos do CNJ.
O corregedor-geral de Justiça do Amazonas, desembargador José Hamilton Saraiva dos Santos, participou, na última terça-feira (8/9), na sede do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, do “Encontro Nacional – Integração de Boas Práticas: diálogos entre o CNJ e o Colégio de Corregedoras e Corregedores da Justiça do Brasil”, por meio de apresentações e debates entre corregedorias de diferentes tribunais.
Participação e representação
Além do corregedor-geral do Amazonas, integraram a comitiva da CGJ/AM o juiz-corregedor auxiliar Igor de Carvalho Leal Campagnolli e o chefe de gabinete do corregedor-geral, Silvino Martins da Silva Neto. O evento reuniu representantes das corregedorias dos Tribunais de Justiça do País, do Colégio de Corregedoras e Corregedores da Justiça do Brasil (CCOGE) e da Corregedoria Nacional de Justiça.
Abertura, encerramento e objetivo do encontro
A abertura foi conduzida pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Benedito Gonçalves, e o encerramento pelo presidente do CNJ, ministro Edson Fachin. O encontro teve como objetivo integrar as corregedorias e promover o compartilhamento de soluções desenvolvidas pelas cortes, tanto no eixo judicial quanto no extrajudicial.
Boas práticas e projetos apresentados
Durante as apresentações foram divulgadas experiências sobre reorganização de fluxos, integração de equipes e uso estratégico de dados, apontadas como medidas para elevar a eficiência e reduzir o tempo de tramitação dos processos.
Foram também apresentados projetos e ferramentas do CNJ para apoiar a atuação das corregedorias, contemplando o eixo judicial, com temas de gestão, eficiência e padronização; o eixo extrajudicial, voltado a serviços notariais e de registro; e o eixo fundiário, com iniciativas relacionadas à atuação correcional nessa área.
No encerramento, o presidente do CNJ ressaltou a importância do diálogo entre tribunais para responder aos desafios da Justiça brasileira e destacou a função das corregedorias. “Longe de se limitarem às competências disciplinares e normativas, muitas delas exercem autênticas políticas públicas judiciárias, aproximando a estrutura dos tribunais da realidade das comarcas e das unidades judiciárias. E cabe à Corregedoria Nacional de Justiça a missão de articular esse trabalho”, afirmou o ministro Edson Fachin.
#PraTodosVerem: A imagem em destaque que ilustra a matéria mostra o auditório do CNJ com uma mesa ao fundo onde cinco pessoas estão sentadas – quatro homens de terno e uma mulher de blazer. Atrás deles há dois telões e a logo do CNJ na parede. O painel frontal da mesa é azul com a logo do CNJ e o título do evento. Em primeiro plano, de costas, cerca de 40 pessoas acompanham o evento. Elas estão de traje formal e aparecem sentadas em poltronas de cor preta.
Com informações do portal do CNJ
Fotos: Pedro França/CNJ
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