O vereador Marcelo Serafim (PSB) reuniu orientações sobre o acompanhamento do câncer de mama e estimativas de novos casos em Manaus em uma divulgação relacionada ao Outubro Rosa. A publicação menciona a recomendação do Ministério da Saúde para a mamografia no Sistema Único de Saúde (SUS), explica a finalidade da biópsia e cita projeções atribuídas ao Instituto Nacional de Câncer (Inca).
Recomendação para o rastreamento
De acordo com a orientação reproduzida pelo parlamentar, mulheres de 50 a 74 anos devem realizar mamografia a cada dois anos para o rastreamento do câncer de mama pelo SUS. Mulheres de 40 a 49 anos também podem fazer o exame, desde que recebam orientação profissional sobre os possíveis riscos e benefícios.
Serafim destacou a importância de consultas e exames de acompanhamento para que as mulheres observem a própria saúde e identifiquem possíveis alterações precocemente. A divulgação também apresenta uma afirmação atribuída a oncologistas de que o início mais cedo do tratamento amplia as chances de cura.
Estimativas citadas para a capital
O câncer de mama é descrito na publicação como o tipo mais comum entre mulheres no Brasil e no mundo. Segundo o dado atribuído ao Inca, são estimados 78.610 casos novos no país no período chamado de “este ano”, dos quais 410 corresponderiam a Manaus.
Sobre o câncer do colo do útero, a divulgação afirma que a doença está entre as mais incidentes na região Norte e figura entre as principais causas de morte por câncer entre mulheres da região. Para 2026, é citada a estimativa de 430 casos novos em Manaus.
Os números apresentados não têm a mesma referência temporal: o dado sobre o câncer de mama aparece associado a “este ano”, enquanto a projeção para o câncer do colo do útero é explicitamente vinculada a 2026. A divulgação não informa qual ano corresponde à primeira expressão nem detalha a metodologia usada para os recortes municipais mencionados.
Função da biópsia
A biópsia é apresentada como o exame usado para confirmar ou afastar o diagnóstico em pacientes que apresentam alterações suspeitas em exames de imagem. Assim, a publicação diferencia o rastreamento por mamografia da etapa de investigação de uma alteração já identificada.
Na divulgação, não são informados prazos, metas de atendimento ou resultados de ações específicas relacionados às recomendações citadas. O conteúdo se concentra na orientação sobre exames, na defesa do acompanhamento médico e nas estimativas atribuídas ao Inca.
Fonte: Camara dos Vereadores Manaus.
Foto: Foto: Charles Fernandes/Assessoria







