Oficina do Conecti discute polos digitais e saberes tradicionais para o Plano Estadual de CT&I do Amazonas e amplia integração entre instituições

Encontro no Pavilhão Rio Purus reuniu órgãos públicos, universidades e setor privado para consolidar propostas do Plano Estadual de CT&I do Amazonas.

A primeira Oficina de planejamento estratégico de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) do Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (Conecti) reuniu representantes de órgãos públicos, instituições de ensino, pesquisa, fomento e formação profissional nesta sexta-feira (06/02) no Pavilhão Rio Purus, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) para avançar na construção do Plano Estadual de CT&I do Amazonas. Durante o encontro, os participantes debateram a criação de polos digitais no interior do estado e a integração entre ciência e saberes tradicionais.

Participantes e objetivos

Segundo o secretário-executivo de CT&I, Jeibi Medeiros, o processo de elaboração do plano tem como base a participação ampla e a descentralização das discussões. “Quando ocupamos espaços como a universidade, reforçamos que esse plano é construído por todo o ecossistema de inovação, de forma colaborativa e democrática”, afirmou.

A programação teve como objetivo consolidar propostas que irão subsidiar a construção do Plano Estadual de CT&I do Amazonas, com atenção à interiorização das políticas públicas e ao desenvolvimento sustentável. Durante a oficina, os participantes atuaram de forma integrada para identificar prioridades, desafios e oportunidades para o fortalecimento do ecossistema de inovação.

Governança e articulação interinstitucional

O vice-presidente do Conselho Administrativo do Polo Digital de Manaus, Macaulay Abreu, ressaltou a importância da governança e das articulações entre instituições para potencializar as ações de CT&I

O pró-reitor da Protec/UFAM, professor Dalton Júnior, reforçou o papel estratégico da universidade na produção de conhecimento e na integração entre os diferentes atores do sistema. “Temos muito a contribuir e a apoiar as demais instituições. Cada ator tem o seu papel para fortalecer o Estado e é fundamental a integração de todos. Quando trabalhamos de forma isolada, os resultados são limitados, mas, juntos, os resultados são muito maiores”, disse.

Diretrizes e alinhamento com o MCTI

As discussões também abordaram diretrizes alinhadas aos eixos de fomento, financiamento e infraestrutura científica e tecnológica, conforme orientações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Os participantes destacaram a necessidade de ações que promovam a interiorização das políticas e a valorização dos saberes tradicionais em articulação com a pesquisa e a inovação.

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