A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de educação (Semed), realizou, na quinta-feira, 12/2, uma formação presencial sobre escrita de projetos científicos com professores das escolas municipais Paulo Freire, Raul Pompeia e Canaã II. A atividade ocorreu na escola municipal Paulo Freire, na comunidade Agrovila, no baixo Rio Negro, região do Tarumã-Mirim, e integra o Projeto Formativo 2026 – ciências em REDE.
Objetivo e coordenação
Coordenada pela equipe formativa ciências em REDE da Semed, a ação teve como objetivo desenvolver competências em alfabetização e letramento científico entre docentes da REDE municipal e fortalecer a iniciação científica no ambiente escolar. Durante a formação, os professores receberam orientações técnicas sobre a estrutura e a organização de projetos de pesquisa, com foco na submissão de propostas ao Programa Ciência na escola (PCE), da Fapeam.
Conteúdo da formação
A programação abordou elementos essenciais do texto científico, como introdução, objetivos, metodologia, resultados esperados e impactos dos projetos no contexto escolar. Também foram apresentadas informações sobre o financiamento e os critérios de seleção do Programa Ciência na escola, que apoia propostas desenvolvidas por professores e estudantes da REDE pública.
Bolsas, prazos e submissão
O edital do programa foi lançado no fim de janeiro. De acordo com a organização, os docentes são responsáveis pela elaboração e submissão das propostas na plataforma indicada. Os selecionados receberão R$ 800, pelo período de seis meses, e os alunos contemplados terão R$ 300, durante cinco meses. O prazo para envio das propostas segue até as 17h (horário de Manaus) do dia 16 de março de 2026.
O coordenador do Projeto Formativo ciências em REDE, professor Rosivaldo Moreira, destacou a importância da ação: “Essa ação do ciências em REDE tem como objetivo levar informação técnica e orientações sobre escrita de projetos para professores que desejam participar do Programa Ciência na escola. O edital da Fapeam fomenta pesquisas nas escolas públicas, tanto da Semed quanto da SEDUC. Por meio dele, a iniciação científica passa a fazer parte do cotidiano escolar, permitindo que alunos do 5º ao 9º ano, da educação de jovens e adultos (EJA), da educação indígena e da educação especial tenham contato com o método científico”.
A professora de Língua Inglesa Rosely Cavalcante relatou experiência prévia com o programa e ressaltou os ganhos pedagógicos: “Já participei anteriormente e tive dois projetos submetidos, sendo um aprovado aqui na escola Paulo Freire. É muito importante para o professor e para o aluno. A escola ganha, o estudante amplia seu aprendizado e o docente adquire experiência. É uma vivência muito enriquecedora”.
Texto – Jorgiane Castinares/Semed
Fotos – Divulgação/Semed
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