A Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA) instalou câmeras trap de segunda-feira (09/02) até esta quinta-feira (12/02) no Parque Estadual Matupiri e nas Reservas de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Igapó-Açu e do Rio Amapá, Unidades de Conservação na área de influência da BR-319, com o objetivo de registrar imagens de fauna de médio e grande porte para orientar o planejamento e a gestão desses territórios.
Objetivo e operação
A ação busca ampliar o conhecimento sobre a ocorrência de espécies nas Unidades de Conservação e subsidiar estratégias de gestão e conservação. Inicialmente, foram instaladas duas câmeras trap por trilha, considerando duas trilhas em cada UC, totalizando seis equipamentos nesta etapa. Em maio deste ano, serão instaladas mais quatro câmeras por trilha, alcançando a entrega total de 18 equipamentos nas três unidades.
“Com a instalação das câmeras, avançamos no monitoramento da fauna das Unidades de Conservação da BR-319, fortalecendo a produção de dados técnicos que orientam nossas decisões de gestão e apoiam as comunidades que vivem nesses territórios”, afirmou o gestor da RDS Igapó-Açu e do Parque Estadual Matupiri, Cristiano Gonçalves.
Programa e financiamento
A atividade está inserida no Programa de Monitoramento da Biodiversidade e Uso Sustentável de Recursos Naturais (Probuc), executado pela SEMA. O monitoramento sistemático da biodiversidade é apresentado como ferramenta para avaliar a saúde dos ecossistemas, identificar mudanças na dinâmica das espécies e subsidiar políticas públicas baseadas em evidências.
Parte das câmeras foi financiada pelo Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). Outra parte foi adquirida no âmbito da REDE de Proteção e Conservação da Biodiversidade por meio de Tecnologias (Redt/AM), criada a partir de termo de cooperação entre o Governo do Amazonas e a Embaixada da Coreia do Sul, parceria que também viabilizou a entrega de monitores de qualidade do ar para todos os municípios do estado.
O Probuc é financiado com recursos do Arpa, iniciativa coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, com gestão e execução financeira do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio). No Amazonas, o programa é executado por meio da SEMA em 24 Unidades de Conservação estaduais.
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