Uma palestra sobre inclusão e prevenção de atitudes capacitistas foi realizada em 25 de setembro na Escola Municipal Aristeu Virgulino, em Manicoré, no interior do Amazonas. A atividade integrou a campanha “Onde Tem Inclusão, Não Tem Assédio”, promovida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 11.ª Região (TRT-11), com apoio e participação da Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).
Debate com a comunidade escolar
A secretária da comissão do TJAM, Monike Antony, e a integrante Antônia Raissa de Oliveira conduziram a palestra a convite da juíza do Trabalho Sâmara Christina Souza Nogueira, vice-coordenadora do Comitê Permanente de Acessibilidade e Inclusão do TRT-11. O encontro tratou da prevenção de comportamentos capacitistas no ambiente escolar e da importância do respeito às pessoas com deficiência.
O conteúdo também abordou inclusão, acessibilidade, bullying, assédio, discriminação e atitudes anticapacitistas. A proposta da campanha é levar a discussão para além dos espaços institucionais do Poder Judiciário e contribuir para a identificação e o enfrentamento de preconceitos, estereótipos e práticas discriminatórias contra pessoas com deficiência.
Segundo a Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão do TJAM, a participação de representantes do Judiciário estadual busca disseminar uma cultura inclusiva entre crianças e adolescentes e reforçar o debate sobre acessibilidade e combate à discriminação.
Ações no interior e próxima etapa
Em sua quarta edição, a campanha do TRT-11 teve início em setembro e, no segundo semestre de 2026, já foi realizada em Codajás, Manicoré e Apuí. As atividades incluem palestras e ciclos de debates com servidores do Poder Judiciário e especialistas convidados, especialmente em escolas.
Em Manicoré, a programação contou ainda com apoio e participação da Defensoria Pública do Estado do Amazonas, da Universidade do Estado do Amazonas, por meio do Programa de Pós-Graduação em Direito Ambiental e do Programa de Extensão Guardiões da Amazônia, e do Ministério Público do Trabalho.
Um novo ciclo de debates e diálogos sobre inclusão, acessibilidade e enfrentamento ao capacitismo está previsto para 19 de novembro, em Manaus.
Fonte: TJAM – Tribunal de Justiça do Amazonas.
Foto: Acervo







